POLÍTICA



REUNIÃO DA EXECUTIVA NACIONAL DO PRC EM BRASÍLIA









PRC EM SÃO PAULO

A primeira reunião da Executiva do Partido Republicano Cristão em São Paulo, foi marcada de otimismo.

Uma estratégia eficaz foi traçada para alcançar duzentos mil assinaturas no Estado.

Conclamamos a todos os amigos e irmãos de São Paulo, para contribuir com sua assinatura, para a construção do partido que trabalhará os valores da família e da ética.

A Reunião foi Presidida pelo Deputado Federal Ronaldo Fonseca e o Presidente do Conselho Nacional de Políticas da CGDAB, Pr. Lelis Washington Marinhos.

Uma força tarefa foi montada para trabalhar os estados do nosso país, onde 21 estados aderiram a este projeto, que irá revolucionar a maneira de fazer política na nossa nação.

Faça parte desta história.



Esequias Silva

Secretário Adjunto do Conselho Político da CGADB

Secretário Geral do PRC/SP









I FÓRUM CIDADANIA AD BRASIL - ESTADUAL




Aconteceu no dia 22 de Fevereiro de 2013 na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo o I Fórum para Prefeitos e Vereadores eleitos pelo Projeto Cidadania AD-Brasil.

Este Projeto é atrelado ao Conselho Político da CGADB e tem o objetivo de promover o intercambio de ideias e experiências políticas, discutir princípios éticos, estratégias, despertar a consciência política, mapear valores de cidadania e selecionar membros da Assembleia de Deus que apresenta vocação política para concorrer à cargos públicos.

O auditório Franco Montoro ficou lotado de irmãos de diversas cidades do Estado, eleitos pelo voto, para além e executar sua missão no âmbito administrativo municipal, defender os princípios que norteiam uma vida Cristã.

O Pr. Lelis Washington Marinhos, presidente do Conselho Político Nacional e da Comissão Política Estadual, iniciou o evento, dando boas vindas e parabenizando todos os que estavam presentes.

Vários Prefeitos, Vereadores, Secretários Municipais, Assessores, marcaram presença como:

Vereador Jesus (Guarulhos), Vereador Ezequiel (Amparo), Vereador Valdeir (Américo Brasiliense), Vereador Luzimar (Américo Brasiliense), Vereador Natanael (Bragança Paulista), Vereadora Jailma (Caieiras), Vereador Profº Alberto (Campinas), Vereador Marco Nena (Cotia), Vereador Otávio (Franca),  Vereador Júlio Cesar (Itapevi), Vereador Luiz Otávio (Itaquaquecetuba), Vereador Luiz Carlos (Louveira), Dídio ( Vice-Prefeito de Leme), Vereador Zé Menezes (Marília), Vereador José Pereira (Rio Claro), Vereador Luiz Santos (Sorocaba), Vereador Marcos Paulo (Sumaré), A vereadora Marta Costa, foi representada pelo Pr. Esequias Silva, etc.

Marcaram presença também o Deputado Federal Paulo Freire (PR-SP), o Deputado Federal Ronaldo Fonseca (PR-DF) e o Deputado Estadual Adilson Rossi (PSB-SP).

A Comissão Política Estadual parabeniza toda liderança, fóruns como este fortalece a democracia, cria debates e dar voz as Igrejas assembleias de Deus no Brasil.









  























CIDADANIA AD BRASIL

PROJETO POLÍTICO DA CGADB



O Conselho Político Nacional, órgão pertencente a estrutura organizacional da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil – CGADB, procurando dar cumprimento às atribuições que lhe foram convencionalmente designadas, almejando promover o intercâmbio de idéias e experiências políticas existentes em todo Brasil, objetivando discutir princípios éticos e estratégias  de ação, propondo apoiar, preferencialmente, os membros das Assembléias de Deus vinculadas à CGADB que apresentem vocação política, bem como despertar a consciência de cidadania do nosso povo, e, sobretudo,

CONSIDERANDO que a Assembléia de Deus é uma denominação histórica que congrega o maior contingente evangélico do País, sendo representada expressivamente em cada Unidade da Federação;
CONSIDERANDO a necessidade de estimular uma consciência de maior preocupação para com as questões sócio-políticas, incentivando uma conduta pautada na ética, no respeito ao ser humano, às instituições e, acima de tudo, nos princípios cristãos;
CONSIDERANDO que as crises existentes no mundo, envolvendo a fome, a pobreza, a violência, estão a reclamar das autoridades constituídas e da sociedade organizada, iniciativas mais concretas comprometidas com a solidariedade humana e o espírito de fraternidade;
CONSIDERANDO o potencial da nossa denominação, envolvendo não só a quantidade, mas também a qualidade de nossos membros, congregados, para as funções ligadas à vida sociale política do nosso país;
CONSIDERANDO a crise moral porque passa a Nação Brasileira, evidenciada principalmente na programação, quase sempre de baixo nível, da TV brasileira e demais meios de comunicação;
CONSIDERANDO as graves denúncias que permeiam o mundo político, demonstrando a necessidade de uma mudança radical para o fim da corrupção;
CONSIDERANDO as dificuldades que as nossas lideranças enfrentam no contato com as autoridades constituídas em busca de soluções, envolvendo não só os interesses da Igreja e de seus membros, mas também da comunidade;
CONSIDERANDO que devemos manter a vigilância na defesa da liberdade religiosa e, por conseguinte, tendo em vista a necessidade de neutralizar, enquanto evangélicos, leis nocivas que venham agredir essa Liberdade;
CONSIDERANDO finalmente, a determinação conferida a este Conselho pela Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil – CGADB, é que apresentamos o presente PREOJETO CIDADANIA AD BRASIL da CGADB.

I- ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
A estrutura organizacional para executar o Projeto Cidadania AD Brasil da CGADB será composta do Conselho Política Nacional, dos Conselhos e Políticos das convenções e ministérios estaduais, e distrito federal, ligados à CGADB, e estes poderão criar sub-comissões à critério de cada convenção. Será aberto um Escritório Político em Brasília, bem como em cada Estado, objetivando o assessoramento espiritual, técnico e político de evangélicos, preferencialmente, das AD´s e que exerçam funções públicas. Experiências eficazes de conselhos políticos já existentes serão incorporadas na estrutura do conselho Político Nacional.

II- RECURSOS FINANCEIROS
Os recursos financeiros para a instalação e manutenção da estrutura organizacional para executar o Projeto Cidadania AD Brasil poderão ser originários da CGADB, dos Ministérios, das Convenções Estaduais e Distrito Federal ligados à CGADB, de contribuições voluntárias e outros.

III- COMPETÊNCIAS
1- Compete ao Conselho Político Nacional, sempre em atenção às orientações da Mesa diretora da Convenção Geral, no âmbito do Projeto Cidadania AD Brasil:
a) assessorar a Convenção Geral, Convenções Estaduais e Distrito Federal, Ministérios em matéria de sua competência;
b) promover gestões no sentido de fornecer uma estrutura de campanha para os candidatos, dentro dos critérios estabelecidos pela legislação eleitoral vigente;
c) assessorar o candidato eleito durante o desempenho do seu mandato;
d) criação de uma home-page para veicular os trabalhos do Conselho;
e) promover parcerias com os Institutos de Pesquisas para o levantamento de perfis políticos de interesse;
f) elaborar o cadastro político nacional;
g) criar veículo de comunicação para divulgar as atividades políticas;
h) organizar o fórum Nacional de Políticos das AD´s, bem como os Fóruns regionais, com o objetivo de criar um ambiente permanente de debates e estudos sócio-políticos;
i) assessorar mediante o apoio do pastor presidente de convenções ou ministérios na avaliação e indicação de candidatos;
j) planejar, organizar, coordenar, em âmbito nacional, estadual e municipal as matérias de sua competência;
k) manter arquivo atualizado da legislação eleitoral;
l) promover a organização da capelania parlamentar;
m) promover a conscientização política dos membros das Assembléias de Deus;
n) fazer gestões no sentido de efetivar a política partidária na forma da legislação regedora da matéria;
o) sempre que houver mais de um representante da AD, em qualquer instância do poder legislativo, o conselho Político Nacional coordenará a escolha de um líder da bancada na câmara federal, o Conselho Político Estadual coordenará a escolha nas assembléias legislativas. O Conselho Político Municipal nas respectivas câmaras.

2- Ao Conselho Político Estadual e ao Sub-Conselho Municipal compete; nos seus respectivos âmbitos, as mesmas atribuições do Conselho Político Nacional, devendo, estes, seguir as diretrizes estabelecidas por aquele, no que couber.

3- Nos casos dos Estados ou Municípios em que haja mais de uma convenção ou Ministérios, o Conselho Político Nacional buscará mediar o entendimento para que se crie apenas um Conselho para gerir o processo político no Estado ou Município.

4- O Conselho Político Nacional estará presente, e à disposição quando solicitado pelo Conselho Político Estadual, através da convenção estadual, para mediar, nas divergências existentes ou que venham a existir, que serão dirimidas por uma Comissão mista designada pelo Conselho Político Nacional, “in loco”.




III- CRITÉRIOS DE ESCOLHA DO CANDIDATO
Define-se o candidato da Assembléia de Deus o pretendente que:
1) For preferencialmente membro da Igreja há mais de três(3) anos.
2) Der público e notório testemunho cristão.
3) Desfrutar de bom conceito.
4) Exercer liderança comunitária e tiver preparo para o cargo.
5) Tiver conhecimento da base doutrinária da Igreja.
6) Tiver seu nome submetido aos pastores e outros Líderes da Assembléia de Deus e for recomendado e indicado para participar da triagem dos nomes.
7)Receber o credenciamento concedido pelo órgão competente da CGADB, através de encaminhamento da Convenção Estadual, após cumpridos os critérios estabelecidos pelo Conselho Político Municipal.
8) Assinar o Termo de Compromisso em que se explicarão as obrigações e direitos do interessado.
9) Não comprometer seu testemunho cristão, ético e moralmente.
10) Será considerado candidato nato o político detentor de mandato, que estiver de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho Político das convenções e Ministérios Estaduais e Distrito Federal e Conselho Político Nacional.
IV- COMPROMISSOS DO CANDIDATO
1) O Candidato da Assembléia de Deus declarará o compromisso de posicionar-se intransigentemente contra:
a) a prática de aborto;
b) a legalização da união dita conjugal de pessoas do mesmo sexo;
c) a corrupção de qualquer natureza;
d) o impatriotismo dos que contrariam os legítimos interesses da nossa Pátria e outras matérias que venham a ser decididas pela Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil em assuntos que contrariem os princípios doutrinários.
2- O Candidato da Assembléia de Deus declarará, por outro lado, que defenderá, constantemente, a liberdade de culto e outros interesses das Assembléias de Deus e demais igrejas, como também políticas sociais e os interesses dos humildes e necessitados.
3- O Candidato credenciado, uma vez eleito ou nomeado para cargo público, se comprometerá em contribuir com 5% ( cinco por cento ) dos seus subsídios para um Fundo Nacional, administrado pelo Conselho Político Nacional, sendo 50% destinado para os Conselhos Políticos Estaduais e 50% para o Conselho Político Nacional, com o objetivo de viabilizar o projeto político da CGADB.
4- O Candidato comprometer-se-á a defender interesses vinculados a projetos de comunicação das AD´s.
5- O Político apoiado pelas igrejas obriga-se a prestar, perante ao Conselho Político Nacional, e ao Conselho Político Estadual, relatório de suas atividades, em datas e ocasiões a serem estabelecidas.

V- MANUAL DE ORIENTAÇÃO POLÍTICA PARA MINISTROS
Elaborar um manual de orientação para ministros, visando preservar a unidade da Igreja, a imagem do pastor, do candidato e unificar a condução do processo eleitoral do projeto cidadania AD Brasil. O manual consta em anexo.

VI- MANUAL DE ORIENTAÇÃO POLÍTICA PARA CANDIDATOS
Criar um manual de orientação política para candidatos, oferecendo-lhes diretrizes sobre: Imagem do candidato, escolha de Legenda, Marketing político, dicas de oratória, sugestões de estratégias para campanha.

VII- MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA MEMBROS E CONGREGADOS – A VALORIZAÇÃO DO VOTO EVANGÉLICO
Elaborar um manual de orientação para membros e congregados, visando a conscientização da necessidade de elegermos nossos legítimos representantes entre nossos irmãos, com respaldo bíblico, despertando inclusive o espírito de cidadania de nosso povo.

VIII- DISPOSIÇÕES GERAIS
1- Em boletim a ser editado pelo órgão competente, serão divulgados os atos de que tratam estas normas, inclusos o reconhecimento do candidato da Assembléia de Deus e a anulação do reconhecimento no caso de transgressão, assegurando-se a este o amplo direito de defesa.
2- As igrejas ou os crentes, particularmente, terão o reconhecimento da CGADB por apoiar, sem restrição, os candidatos credenciados, respeitada a legislação eleitoral, desde que esse apoio não fira a dignidade dos que o concedem ou dos que o recebem.
3- Os membros dos conselhos políticos nacional e estaduais e sub-conselhos municipais que pleitearem cargos eletivos deverão afastar-se a partir do início do processo de avaliação e escolha dos candidatos, sendo substituídos por outro indicado pelas respectivas convenções ou ministérios.
4- Os casos omissos serão decididos pelo Conselho Político Nacional da CGADB.
MANUAL DE ORIENTAÇÃO POLÍTICA PARA MINISTROS

I- INTRODUÇÃO:
Amigos do Evangelho: Texto transcrito do livro , irmão vota em irmão, de Josué Silvestre. ( Capítulo 6)
II- PROCESSO DE ESCOLHA DO CANDIDATO:
Considerando a afinidade entre o pastor e o pretenso candidato, é de fundamental importância o referendo do pastor no quesito de público e notório testemunho cristão, além de observar o preenchimento de todos os requisitos de critérios de escolha de candidato, que consta no projeto político da CGADB.
Que são: Define-se o candidato da Assembléia de Deus o pretendente que:
a) For preferencialmente membro da Igreja há mais de três anos.
b) Der público e notório testemunho cristão.
c) Desfrutar de bom conceito.
d) Exercer liderança comunitária e tiver preparo para o cargo.
e) Tiver conhecimento da base doutrinária da Igreja.
f) Tiver seu nome submetido aos pastores e outros líderes, da Assembléia de Deus, e for recomendado e indicado para participar da triagem dos nomes.
g) Receber o credenciamento concedido pelo órgão competente da CGADB, através de encaminhamento da Convenção Estadual, após cumpridos os critérios estabelecidos pela Comissão Política Estadual.
h) Assinar o Termo de compromisso em que se explicitarão as obrigações e direitos do interessado.
i) Não comprometer seu testemunho cristão, ético e moralmente.
j) Poderá ser considerado candidato nato, o político detentor de mandato, que estiver de acordo com os critérios estabelecidos pela Comissão Política Nacional.
K) Políticos com mandatos que, eventualmente, venham tornar-se membros das AD´s, e queiram o apoio oficial da denominação, estarão sujeitos às mesmas normas aqui contidas.
1- Para preservar a sua imagem, após observados os critérios anteriores, o pastor deve escolher membros que representem toda a igreja (diretoria-ministérios-departamentos-membresia) para criar uma comissão local com  propósito de conduzir a decisão de escolha do candidato. Esta comissão ouvirá os candidatos e encaminhará ao pastor os nomes mais viáveis, o qual fará o encaminhamento para a comissão Política Estadual e à Comissão Política Municipal, ficando o mesmo protegido dos desgastes do processo de escolha.
2- Os pretensos candidatos deverão assinar o compromisso de respeitarem a decisão da prévia ministerial, nos termos do item II, alínea f.
3- Para preservar a unidade da igreja, o pastor deve efetuar uma consulta ao ministério com os nomes indicados pelas comissões respectivas, admitindo como candidatos oficiais os mais votados.
4- Com o referendo do pastor, o nome escolhido deverá ser encaminhado à apreciação da Comissão Política Estadual, para que, uma vez aprovado, o candidato tenha o apoio oficial da denominação.

III-  A CONDUÇÃO DO PROCESSO ELEITORAL:
1- No caso da persistência de candidaturas oficiosas, estas não terão o apoio da Igreja nem da denominação, ficando claro que esta decisão resume-se ao processo político-eleitoral, não incluindo as questões de ordem eclesiástica, o que por certo instalaria um clima de guerra dentro da igreja, prejudicando a unidade do corpo de Cristo.
2- O processo eleitoral na igreja deverá ser conduzido pelo pastor em harmonia com a Comissão Política Municipal.
3- Na condução do processo eleitoral o pastor deve observar que o púlpito da Igreja, bem como os cultos, não são lugares apropriados para apresentação de propostas eleitorais, o que preservará a imagem do pastor, do candidato e a unidade da igreja.
4- O pastor que desonrar o compromisso com o candidato oficial, com atitude desonesta, desleal, comprovadamente caracterizada, responderá perante a Convenção Estadual e a Convenção Geral das Assembléias de Deus.

MANUAL DE ORIENTAÇÃO POLÍTICA PARA CANDIDATOS

1- NORMAS DE ORIENTAÇÃO POLÍTICA PARA CANDIDATOS
Os candidatos ao exercício de cargo político apoiado pelas Assembléias de Deus assumirá perante a Convenção Geral e, por conseguinte, perante as igrejas o compromisso:
a) Ter os princípios contidos na Bíblia Sagrada como orientadores permanentes de todas as suas atividades;
b) Observar rigorosamente as normas contidas no Termo de Compromisso que assegura ao candidato prioridade no apoio da igreja;
c) Optar por partido político que, através de seus diretórios ou convenções, solicitar o apoio do órgão competente da CGADB.
e) Exercer o mandato com o reconhecimento de que “todo poder emana do povo” e de que, por isso, todo empenho deve ser no sentido de servir e não ser servido;
f) Defender o nosso país e o seu povo, sempre que interesses opostos se levantarem contra nós, no parlamento, na administração  e em qualquer segmento da sociedade;
g) Lutar intransigentemente pela moralização do país, posicionando-se contra os agentes da deteriorização dos costumes;
h) Lutar contra a corrupção na administração pública em todos os setores;
i) Integrar a bancada evangélica, se possível, sem perder de vista a autenticidade de que deve ela revestir-se;
j) Combater a injusta concentração de rendas nas mãos do pequeno grupo privilegiado que fez do Brasil um dos mais censurados países do mundo;
k) Combater a prática do aborto e da pena de morte, uma vez que a vida pertence apenas aquele que a criou, bem como matérias que venham a ser decididas pela Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil em assuntos que contrariem os princípios doutrinários;
l) Combater tudo o que favoreça o homossexualismo, sem discriminar com crueldade as criaturas que o praticam, porquanto merecem a oportunidade que Deus dá a todos de regeneração;

m) Apresentar relatório de suas atividades parlamentares e políticas em datas e locais estabelecidos pela Mesa da CGADB, no caso de mandato federal( Senador, Deputado), e pela Convenção Regional, se for o caso ( Deputado Estadual, Vereador, Prefeito e Vice-Prefeito)